Morte em campo traz lembranças

Foi no passado dia seis de maio que o mundo do futebol voltou a assistir a uma nova tragédia. Patrick Ekeng, camaronês, jogador do Dinamo de Bucareste faleceu em campo, ao minuto 69, durante um jogo do seu clube com o Viitorul . O jogador tinha entrado a apenas sete minutos quando caiu inanimado no relvado levando imediatamente à interrupção  do encontro. Colegas e adversários ainda tentaram socorrer o jogador, mas o internacional camaronês acabou por não resistir e morreu já no hospital.

Têm sido vários, ao longo dos anos, os jogadores que não resistiram aos problemas cardíacos dentro do campo. Um dos mais conhecidos por parte dos portugueses é Miklos Fehér. o jogador húngaro jogava pelo Benfica quando num jogo frente ao Vitória de Guimarães não resistiu a uma paragem cardíaca. Ainda no relvado os médicos tentaram reanima-lo, mas não foi possível e o jogador faleceu. Outro caso de morte súbita em Portugal, apesar de não ter sido durante um jogo, foi Bruno Aguiar. O jogador tinha 18 anos e jogava na equipa de juniores do Benfica. O jovem jogador recebeu uma chamada por parte do clube a dizer que ia receber um contrato profissional e não resistiu à emoção.

O futebol é um dos desportos que mais fãs atrai, quer seja pela sua espetacularidade ou pelos sentimentos que transmite. Acontecimentos como estes comovem multidões e mostram que nem sempre de alegrias é feito este desporto deixando qualquer pessoa sensibilizada quando algo trágico como uma morte em campo acontece.

De seguida fica o vídeo da morte de Miklos Fehér, que não é de fácil visualização e por isso pode afetar as pessoas mais sensíveis.


Deixa um comentário