Correr por uma causa

Ao longo do tempo, o desporto tem sido uma forma dinâmica de ajudar quem mais precisa. As maratonas solidárias, vieram incentivar a que mais pessoas participassem e pensassem em ajudar estas causas tão nobres.

Atualmente, existem mil e uma maneira de se ser solidário. São muitos os eventos que incentivam a esta forma de ajudar os outros. No nosso dia a dia, deparamos-nos com cartazes, publicidades no facebook, notícias, panfletos, etc. a promover estas corridas solidárias.

Nos dias que correm, o desporto não está apenas aliado a uma paixão. Significa também algo mais para quem o tem presente nas suas rotinas. Rita Teixeira Costa, uma apaixonada pelo desporto, declara “É o aliar a nossa paixão pelo desporto a uma causa. Fazer parte de algo tão importante e levar cada vez mais pessoas a fazer o mesmo: desporto e a contribuir para causas solidárias ao mesmo tempo”. Como é o caso das maratonas solidárias que se fazem em todo o mundo e que tem o intuito de ajudar uma causa. Várias causas já foram apoiadas, desde o cancro da mama, como o alzheimer, a osteogénese imperfeita, crianças desfavorecidas, luta contra a fome, etc.

Para que exista um apoio a tudo isto, são necessários patrocínios. A Associação Portuguesa de Apoio à mulher já foi, por diversas vezes, impulsionadora de maratonas solidárias para apoiar mulheres vítimas de cancro da mama. Catarina Cabral, estudante na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, conta-nos um pouco como vê estas iniciativas “Participei uma vez na corrida da mulher no Porto, todo o lucro revertia para a busca para a cura do cancro da mama por isso é uma causa que deve sensibilizar todas as mulheres! E são excelentes iniciativas porque além de estares a ajudar, também estás a fazer algo bom para a tua saúde”.

A UNICEF, a 3 de agosto de 2013, também organizou pela primeira vez em Portugal, em Vilamoura, uma mini maratona para ajudar as crianças mais desfavorecidas que se encontram espalhadas pelo mundo.

A sensibilidade através do desporto é uma tática cada vez mais usada, mas que tem dado frutos. O desporto tornou-se uma forma de angariar dinheiro para os mais necessitados e ao mesmo tempo, procura incentivar a que as pessoas pratiquem desporto e se preocupem com a sua saúde e a dos outros. Rita Teixeira Costa já gastou bastante dinheiro em várias maratonas que já participou, mas comenta “É pensar que o dinheiro que pagamos para participar numa prova não vai só para a organização. Vai para causas muito nobres”.

Muitas figuras públicas participam nestas iniciativas. Rosa Mota, uma atleta conhecida e acarinhada por muitos portugueses, tenta desde sempre estar presente nestes eventos. Em declarações ao site “A minha corrida”, a atleta diz o que pensa acerca da ajuda a estas causas “Simpatizei desde logo com a ideia da união de pessoas de diferentes culturas por um objetivo comum – correr por aqueles que não podem e deste modo ajudar a angariar fundos para uma organização credível (…) um de nós pode fazer a diferença”.

Uma das corridas que ainda vai acontecer este ano, no dia 16 de Julho, tem o nome de “Juntos Contra a Fome” e será mais iniciativa onde o desporto estará presente como apoio a mais uma causa nobre. 

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