Inovação: da Idade Média a 2018

Da invenção da lâmpada à invenção dos óculos, o Mundo está em constante inovação. Existem fenómenos do passado mais conhecidos que outros e ainda alguns reservados para o futuro.

 

Telescópio

Criado em 1608,  e cuja invenção e normalmente atribuída ao fabricante de lentes Hans Lieppershey, o telescópio permitiu o estudo de astros e planetas, tendo mudado totalmente a noção do lugar ocupado pela Terra no espaço. Atualmente, o dispositivo evoluiu,  permitindo observar planetas a milhares de anos luz de distância.

 

Telefone

Embora a invenção do primeiro telefone seja atribuída a Antonio Meucci em 1849, coube a Alexander Graham Bell apresentar as bases dos dispositivos que agora preenchem as casas de grande parte da população mundial.  Ele não só definiu os padrões da área, como foi o primeiro a produzir o aparelho em grande escala — em 1886, 150 mil residências nos Estados já possuíam o telefone.

 

Satélites

Em 1962, foi lançado o satélite Telstar tendo como objetivo  ampliar a rede de telecomunicações da Europa. O dispositivo foi o responsável por transmitir as primeiras imagens televisivas capturas à distância, ajudando na distribuição de sinais de televisão, imagens e ligações telefónicas. Apesar de ainda estar em órbita, Telstar não está a ser utilizado, tendo já sido substituído por equipamentos mais modernos.

 

Internet

Originalmente usada pelo exército norte-americano para a transmissão de dados entre redes pequenas, em pouco tempo a tecnologia progrediu. A partir dos anos 80, com a entrada de companhias e instituições na rede, o caráter comercial da Arpanet começou a ser explorado, dando assim origem ao domínio da Internet que atualmente preenche a nossa vida.


E agora?

A inovação ocorre constantemente. Contudo, os últimos anos têm sido alvo do desenvolvimento tecnológico rápido e eficaz. O que reserva o ano de 2018?

Inteligência Artificial

Produtos como computadores e smartphones, mas também óculos e até máquinas de lavar vão ficar mais inteligentes. Com isto, assistentes pessoais digitais — como a Alexa, da Amazon – vão-se tornar cada vez mais comuns.

A internacional Google também tem investido na área, tendo lançado recentemente o Google Home Mini que coordenada de forma integrada a todos os serviços da empresa. Antes de sair sairmos de casa, pode-se perguntar ao assistente inúmeras coisas, nomeadamente o estado do tempo e trânsito.

Softwares para carros autónomos e aplicações de otimização de processos nas empresas, são também aspetos que serão desenvolvidos em 2018. Em breve, as máquinas serão  capazes de tomar decisões de negócios através de bases de dados.

Chatbots

Nas redes sociais, em especial no Facebook, já existem ferramentas para a inclusão de chatbots nas páginas para o contato com os seguidores. Esse instrumento pode ser usado tanto para vendas quanto para o atendimento das demandas dos clientes.

O uso de algoritmos permitirá que o atendimento se torne cada vez mais semelhante ao de um operador humano, aumentando o impacto no marketing de relacionamento de uma empresa. Esse novo grau de relacionamento entre consumidores e marcas será a tônica dos negócios nos próximos anos.

Blockchain

Em 2017, as Bitcoins (moedas virtuais) tiveram uma valorização recorde de 1000%.  Para desenvolver a sua utilização é necessário um sistema de registos que garanta a segurança das operações realizadas por esta moeda. Desta forma, deverão ser feitos investimentos para que o blockchain, ou a cadeia de blocos, se torne mais eficiente e seguro.

As tecnologias futuras irão ser mais rápidas e custarão menos. Irá ser poupado tempo e trabalho. O que irá contribuir para a melhoria da experiência dos usuários.

Muitas das ferramentas que já estão hoje no mercado serão aprimoradas para se conectarem com essas novas tecnologias, assim como surgirão, com certeza, novas quebras de paradigmas.


Realidade Aumentada

Os gigantes tecnológicos estão a lutar para se afirmarem como os grandes nomes do futuro e  da realidade aumentada. Para isso, estão a lançar uma série de ferramentas para incorporar a inovação no nosso quotidiano.

Em junho do ano passado, por exemplo, a Apple apresentou o ARKit, um conjunto de ferramentas que permite aos desenvolvedores de software criarem experiências AR para o Iphone. A Google seguiu com o ARCore, versão concorrente para o Android.

O que antes era muito voltado para os verdadeiros fãs de tecnologia e gadgets, hoje tem no mercado opções para diversos públicos através de lançamentos no ramo dos videojogos, moda e marketing. Experiências com realidade aumentada foram vistas na última edição da New York Fashion Week, onde gráficos e informações adicionais foram expostos ao vivo com ajuda de uma aplicação de realidade aumentada.

Fontes: Canal Comstor, Pplware, Jornal de Negócios, Update or Die, Diário do Comércio

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