Tecnologia: o novo apoio para a saúde

Empresa portuguesa desenvolveu uma nova tecnologia que permite identificar doenças em forma precoce.

O novo projeto é liderado pelo F3M e pretendede desenvolver uma investigação que permita detetar de forma precoce doenças como o cancro ou até doenças súbitas que possam afetar a saúde pública. O diagnóstico é bastante rápido. Tal acontece pelo facto de tal projeto conciliar a utilização de smartphones com lentes de magnificação, que permitem a recolha e captura de imagens clínicas.

O segredo vai para além da rapidez

Mas os benefícios vão para além da rapidez dos diagnósticos. A inclusão desta solução vai não só permitir reduzir os encargos financeiros do Serviço Nacional de Saúde (SNS), como também vai trazer maiores benefícios às populações longe dos grandes centros urbanos com menor acesso a especialistas. Assim, a sua fácil utilização permite que médicos e clínicos não especializados tenham uma formação ou treino específicos.

Mas este não é o único caso de sucesso no Mundo…

Em Portugal

Em 2021 será aberta uma clinica que através da tecnologia nuclear apoiará o combate a doenças como o cancro, permitindo que os doentes portugueses sejam tratados de forma mais eficaz e sem efeitos secundários com tecnologia nuclear.

De acordo com o ministro da saúde “Hoje, as ciências e tecnologias nucleares permitem curar o cancro” realçando também que esta será a primeira clínica com esta terapia no Sul da Europa e que o país luso prolongar a vida a pelo menos três em cada quatro doentes oncológicos. Para alcançar esse objetivo, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia irá formar médicos e cientistas para poderem usar a tecnologia na clínica, que terá de ser construída de raiz.

Adalberto Campos Fernandes adiciona ainda que a terapia de protões “permite o tratamento eficaz de múltiplas tipologias de cancro, reduzindo eventuais efeitos secundários relativamente a tratamentos baseados em tecnologias mais convencionais, permitindo minimizar as lesões em tecidos saudáveis circundantes dos tumores”. Prevendo-se que venha a ser possível tratar cerca de 700 doentes por ano com feixe de protões, seleccionados de acordo com as melhores práticas internacionais.

Fontes: Sapo, Público, Digital Health Thage

 

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