Primavera Sound: um manto de cor

O mês de Junho, que supostamente traria sol, trouxe novamente o NOS Primavera Sound. A cidade do Porto volta estar de baixo de um manto de boa energia, musica e muita cor durante os dias 7, 8 e 9.

O festival mantém o seu traço característico. O estilo indie é o ponto de atração para os participantes deste festival que, anos após ano, ganha maior visibilidade e adesão.

Renato Almeida, vai ao festival desde a primeira edição, em 2012. “Na primeira edição, entre o meu grupo de amigos, eu era o único que conhecia o festival. Era mesmo a minha onda e como ninguém quis vir comigo, eu vim sozinho!”, recorda Renato. “Na segunda edição, o festival evoluiu muito nas condições, na comunicação e no cartaz. Desde ai que tem sido sempre a somar pontos.”, remata.

Com o pano verde do Parque da Cidade da Invicta, num cenário idílico, o “anfiteatro natural” apresenta um cartaz diversificado.

Nick Cave é o cabeça de cartaz que irá atuar no último dia do festival. O dia será partilhado, nomeadamente, com o português Luís Severo, Mogwai, Belako, Metá Metá, entre outros.

No dia 8, as atenções centram-se em Unknown Mortal Orchestra, Lycox, Idles e A$AP Rocky.

Mas estamos a meio do festival e sobre o primeiro dia, já há muito por dizer. Sara Brandão participa pela primeira vez no festival e o seu foco apontou para Lorde. “Comprei bilhete no próprio dia em que a organização anunciou o nome dela. Estava mesmo ansiosa.”, confessa. “Nunca a tinha visto antes. As minhas expectativas estavam muitos altas e ela não desiludiu. Foi um espectáculo de arrepiar a espinha.”

O primeiro dia contou também com Father John Misty, Jamie XX, Moullinex e Fogo-Fogo que acrescentou um toque de funaná ao evento.

O Primavera Sound é a rampa de mergulho para os festivais de verão que se aproximam. Depois de ver os vídeos e as fotografias, é quase impossível que o bichinho festivaleiro não cresça.

 

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