3 perguntas a…. Cláudia Martins, mulher da bola e da rádio

Natural de Amarante e uma mulher da bola e da rádio. Esteve na Universidade Lusófona do Porto, para falar do percurso no jornalismo, dos géneros jornalísticos na atualidade, do papel das mulheres no desporto e da renovação fomentada pelas redes sociais nos media. 

É a única repórter de campo feminina, em Portugal. Atenta aos pormenores, constantemente em direto, adepta do anonimato, que a rádio permite. Crítica em relação aos canais de veiculação de informação dos clubes e, uma voz ativa na rotura de ideais estabelecidos socialmente em relação à cobertura desportiva, por parte das mulheres.

Foi a primeira editora do ZeroZero.pt – durante mais de 5 anos-, antes de integrar a equipa de Desporto, da Antena 1. Confessa não gostar do rótulo de jornalista desportivo.

O facto de trabalhar em direto é preciso muito improviso e uma preparação anterior. Em que medida é preciso saber, também, lidar com o imprevisto?

 

Parte do que é a cobertura desportiva, tanto no digital como papel, passa muito pelo futebol. Porque é que acha que não há cobertura de outras modalidades?

 

 

Há um espaço para educação do público, através do jornalismo?

 

 

Ainda no decorrer desta palestra, a jornalista reiterou a necessidade ” de serem dados passos longos que não têm sido dados (…) não há mulheres a fazer relatos.” Acrescenta, também, que o jornalismo da atualidade enfrenta novos paradigmas: “mistura o que é informação e o que é entretenimento (…) o que é opinião e publicidade.”

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