“Minha Jóia Atelier”

Chama-se Minha Jóia, fica nos Alamedas, no centro de Vila do Conde e, apesar do nome, é muito mais do que uma ourivesaria.

Neste espaço no centro de Vila do Conde funciona, mais rigorosamente, um atelier onde trabalha a artesã e joalheira Tânia Nunes que conta com a ajuda do marido, Fernando Pinho, para a gestão do atelier. Cada jóia que aqui se faz é criada a partir do gosto dos clientes, incorporando as suas memórias e momentos únicos, com um toque tradicional.

“O nome surgiu depois de muito pensar e não me aperceber que estava ali à minha frente, que é um termo carinhoso que os meus pais usam entre eles, do minha jóia, meu amor, e faz todo o sentido chamar o ateliê de “Minha Jóia” porque aquilo que nós adquirirmos lá acaba por ser um amor de quem o pede.”, afirma Tânia.

No “Minha Jóia Atelier” as paredes estão cobertas de desenhos, fotografias tiradas pela joalheira, há maquinaria com imensos anos no balcão e uma banca ao lado. Usa-se a filigrana, juntam-se elementos naturais e orgânicos e, claro, as tradições locais de uma vila-condense. Há colares e brincos em renda de bilros, tecida em fio de prata, outros feitos em croché com a técnica tradicional de sempre.

“Não tenho só uma fonte de inspiração, tudo o que me rodeia sejam as pessoas, os animais, as plantas, as flores, as nuvens tudo faz com que a minha inspiração mexa e faça acontecer nas peças.”, sublinha.

Cada jóia é trabalhada naquele espaço, à vista de quem entra. As alianças dos donos do espaço espelham bem o conceito do atelier: Tânia e Fernando têm gravadas no ouro das alianças as impressões digitais um do outro.

No 4º aniversário do atelier, a artesã e joalheira lança uma nova coleção. “Esta última coleção que lançamos tem o nome “As voltas da vida”. As pérolas representam um pouco as pessoas e o movimento que elas têm na peça porque elas só ganham movimento quando as pessoas as usam, significa aquilo que nos vai acontecendo, já é costume dizer “a vida dá voltas”, declara.

O “Minha jóia atelier” é um espaço único carregado de tradições e para que tenham a oportunidade de o conhecer melhor, o #infomedia esteve no atelier para ouvir a sua história com mais pormenor.

 

 

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